Era da atenção ou do basicão?
- alissa nani
- 11 de jan.
- 2 min de leitura
Tem uma coisa que a gente escuta no dia a dia, em quase todas as áreas e mercados, que é: o básico bem feito dá certo/resultado. Às vezes vem de um jeito mais descontraído: arroz com feijão bem feito funciona. A gente sabe disso, mas numa era onde a busca por resultado imediato é mais importante, muitas marcas têm esquecido de fazer exatamente isso, o básico.
No rolezinho diário do LinkedIn, vi um dado numa pesquisa muito interessante que me chamou a atenção: 96% of links cited by AI sit squarely within the purview of communications and corporate affairs, per the report.

Isso mesmo que você leu: 96% dos conteúdos que IAs usam vêm de blogs e sites corporativos e imprensa. Sabe o que é isso? O básico.
Sua empresa faz conteúdo? Basicão mesmo, do tipo "o que é", "pra que serve", "como consome"... (coloque seu produto ou serviço aqui). Provavelmente não. É caro, dá trabalho e, em geral, só se vê resultado no médio e longo prazo. Um prato cheio, quer dizer, um prato que fica vazio e na conta do próximo time que assumir a área de marketing.
Com as IAs, a diluição dos canais e a falta de atenção, no meu ponto de vista, manter o básico bem feito da marca vai ser cada vez mais importante. No Web Summit deste ano, a palestra do Neil Patel trouxe isso: "Give Google What It Wants". Combinando pesquisa da Axios e os direcionamentos dele, os dados nos mostram que precisamos dar aos buscadores o que eles querem, que é o básico: informação com presença com consistência.
Trazendo para o dia-a-dia, a marca precisa de canais atualizados para que seu produto ou serviço vire resposta na IA. Sendo fonte de informação para a tomada de decisão, o consumidor chega até você e sua autoridade e relevância se mantêm. Como analisar a atribuição e o ROI é outra conversa, mas com esses dados já entendemos que sua marca precisa ser parte respostas do que o seu consumidor busca.



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